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Descubra por que é inesquecível caminhar com elefantes na África do Sul

Uma das experiências mais interessantes da nossa viagem para a África do Sul foi, sem dúvida nenhuma, a visita ao Santuário de Elefantes, em Plettenberg Bay. Caminhar carregando a tromba do elefante é algo realmente inexplicável. Se você estiver pensando em fazer a rota do jardim, vale muito a pena dar uma parada por lá.

Chegamos lá por volta das 15h e resolvemos fazer o passeio que consiste em caminhar com os elefantes (walk trunk in hand with Elephants tour). O passeio saiu por R500 por pessoa (mais ou menos R$ 125). Há outras opções, como andar em cima do animal, mas preferimos fazer apenas a caminhada. Cada passeio dura em torno de uma hora e consiste em conhecer um pouco melhor a história dos elefantes que moram no santuário. O lugar não é chamado de santuário à toa. Ele existe para cuidar de elefantes que não teriam sobrevivido em seu habitat natural. Alguns estão ali porque ficaram órfãos bem pequenininhos. Outros sofreram algum ferimento, como a tromba cortada, e possuem dificuldade para poder se alimentar. Dessa forma, eles cuidam dos animais e oferecem a oportunidade da gente conhecê-los melhor.

O santuário em si é um lugar bem bonitinho. Como os passeios são realizados a cada uma hora, você provavelmente terá que esperar um pouco até que o seu passeio inicie. O local conta com uma boa loja com todo tipo de souvenir que você possa imaginar. Vale a pena dar uma olhadinha. Você também pode aguardar lá fora, tomando um café, um leite ou um chá. E o melhor, de graça.

Sobre o passeio

A parte mais legal (ou não) de todo o passeio é a caminhada com os bichos. A gente sai andando com a tromba do elefante pendurada em nossa mão. E olha que o caminho é até compridinho. Ao final da caminhada, os elefantes demonstram alguns movimentos naturais, como o que eles fazem para poder comer ou o que fazem quando estão se sentindo ameaçados.


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Depois disso, os instrutores nos ensinam um pouco sobre a anatomia do elefante, com direito a passar a mão em cada parte do animal. É bem legal sentir a textura da pele deles, que é bem diferente em cada parte do corpo. Ainda tivemos a oportunidade de alimentá-los. Os instrutores nos deram uma bacia cheia de maçãs para colocarmos na tromba deles (já que eles que levam o alimento até a boca).

E é claro que a Larissa de cara chutou a bacia e todas as maçãs sairam rolando pelo chão - Felipe

Sobre registrar o momento

Se você, assim como a gente, estiver preocupado com quem vai tirar suas fotos, não se preocupe. O instrutor principal do passeio fica responsável pelos cliques. É claro que não vão ser aquelas fotos super profissionais, mas quebram o galho. Por isso, não esqueça de levar uma câmera. Além disso, eles filmam todo o passeio e vendem um vídeo ao final. A gente curtiu e resolveu comprar. No filme você percebe que, enquanto eu estava morrendo de medo, o Felipe estava todo sorridente. Hahahaha (veja abaixo uma edição mais curta desse vídeo).

O filme custou R200 (R$ 50). Ah, e eles vão querer que você compre um pedaço de papel com as pegadas do elefante para ajudar o santuário. Se você estiver indo com a grana apertada, já vai pensando na desculpa para não comprar, porquê vai rolar uma chantagem emocional.

Dicas

  • Vá com uma roupa que você possa sujar. No primeiro contato que tive com o elefante, ele já cuspiu uma água cheia de lama na minha calça. Sem falar nas tentativas de morder o meu tênis.

  • Vá com o coração aberto e sem medo para a experiência. Eu fiquei um pouco tensa no começo (como você pode ver no vídeo acima) e acho que poderia ter curtido melhor o momento.

  • Leve uma câmera fotográfica. Um dos instrutores fica com a sua câmera e registra todos os momentos. E o melhor, sem custo algum.

  • Compre o vídeo do santuário! Como quem faz as fotos é o instrutor, pode ser que você não tenha aquela foto legal que gostaria. Por isso, o vídeo é uma ótima recordação do momento.

Estou sorrindo mas por dentro tô com medinho

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Beijos e até a próxima!